um reflexão sobre O tamanho certo das coisas
Começou o fim de semana, o corpo já pede pausa, a mente quer desligar, ou pelo menos mudar o rumo da rotina. Mas antes disso, pensa um pouco: será que você tem dado às coisas o tamanho que elas realmente merecem? Vamos refletir um pouco sobre isso hoje!
É bem provável que muita coisa pequena, tenha virado um fardo enorme só porque a gente insiste em carregar por mais tempo do que devia. Uma mensagem não respondida, um olhar atravessado, um detalhe fora do lugar. Coisas que, se pararmos pra pensar, não deveriam ter tanto peso assim. Tem a ver com o que somos sim, sobre como interpretamos o mundo, mas, tem hora que um “deixa pra lá” vai cair mais do que muito bem!
A vida é limitada. O tempo também. E se a gente não aprender a colocar as coisas no lugar certo, tudo vira motivo pra ansiedade, pra estresse, pra exaustão. Tudo vira muito e sem limites, tudo é importante, tudo é gritante, um verdadeiro caos sem respostas. Sinal de alerta aceso!
Hora de pensar melhor
Descansar não é só deitar no sofá ou dormir até mais tarde, as vezes isso vira até fuga. Descansar é também parar de gastar energia com o que não vale. É entender que nem tudo precisa ser resolvido agora, nem tudo precisa de resposta, nem tudo é tão grande quanto parece na hora do nervoso. Descansar é dizer “basta”, as vezes até um belo palavrão ajuda! “Quero que vá tudo para…” ai você completa conforme o seu repertório.
Trate cada coisa com o tamanho que ela tem. Nem mais, nem menos. Algumas decisões, algumas discussões, alguns pensamentos… só merecem silêncio e esquecimento, uma cara de paisagem também serve, e mais nada além.
Hora de verificar o peso
Se algo não cabe na sua paz, não dê abrigo. Se algo não tem peso real, não carregue como se fosse chumbo.
Dê descanso também à sua alma. Escolha o que importa. O resto, deixa pra lá.
Certo? Fiquem bem, fiquem em paz!
Rodrigo Bazzan – 06/08/2025

Rodrigo Bazzan
Psicólogo Clínico
“Onde o amor reina, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro” Carl Jung